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Terça-feira, 25 de Março de 2008

E quando a guerra acabar...

 

Os braços estarão cansados, as veias dilatadas, a voz rouca

As folhas de jornal estarão gastas de notícias banalmente repetidas

Os serões serão frios e esguios

Daremos conta que as chamas ardentes e corrosivas foram estintas pelo silêncio

Quando esse dia chegar nos bolsos não restarão mais pedras e o olhar carregará a desconfiança que trava a abertura e o altruísmo

No rosto restará a foligem, nas mãos a profundidade de rios que não escoam, o sangue viajará contra a corrente

Nesse dia já ninguém recordará a terra que um dia foi fértil, em que um dia se semeou

Seremos apenas dois soldados de roupas gastas e rotas

No tacto farpas cravadas impedem o sentir

Por dentro, se descermos o túnel que nos leva dentro de nós encontraremos, no lugar do coração, cacos do que outrora se construiu e se pensou para sempre

 

 

Quando a guerra acabar, quando esse dia chegar...

 

 

... à nossa volta reinará a destruição movida pelo egoísmo, pelo argulho desmedido que deitou a baixo o sonho, o mesmo sonho... ou... seremos apenas dois estranhos de uma mesma história...

sinto-me: à procura de paz
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publicado por teetee às 20:54

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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

io aspetto...

 

"Aspetto

... di crescere

... un bacino prima di dormire

...che il dolce sia pronto

... che non piova piú

... che arrivi Natale

Aspetto

... l'amore

... l'inizio del film

... di rivederla ancora

Aspetto

... il fischio del capostazione

... la fine della guerra

... una lettera

... che lei mi dica "Si"

Aspetto

... un bambino

... de sapere se é maschio o femmina

... che i ragazzi diventino grandi

... le vacanze

... che sia lei a chiedermi scusa

Aspetto

... che i ragazzi si facciano vivi

... che il medico dica "Non è niente"

... che lei non soffra piú

... che torni la primavera

Aspetto

... che qualcuno suoni alla porta

... che i miei figni mi vengano a trovare

... che presto arrivi un nuovo piccolino in famiglia"  Davide Cali e Serge Bloch

 

 

                                  ... e eu? que espero eu??

 

 

 

 

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publicado por teetee às 22:06

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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

Queria responder-te..

 

 

Porque é que o céu é azul?

 

 

 

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publicado por teetee às 21:46

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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

Porto Côvo porque sim...

 

Roendo uma laranja na falésia
Olhando o mundo azul à minha frente,
Ouvindo um rouxinol nas redondezas,
No calmo improviso do poente

Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como prata
E a brisa vai contando velhas lendas
De portos e baías de piratas

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

A lua já desceu sobre esta paz
E reina sobre todo este luzeiro
Á volta toda a vida se compraz
Enquanto um sargo assa no brazeiro

Ao longe a cidadela de um navio
Acende-se no mar como um desejo
Por trás de mim o bafo do destino
Devolve-me à lembrança do Alentejo

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

Roendo uma laranja na falésia
Olhando à minha frente o azul escuro
Podia ser um peixe na maré
Nadando sem passado nem futuro

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

 

 

... Porto Covo porque não? ... Porque deixa saudades...


 


publicado por teetee às 23:24

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